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Postado em 26 de fevereiro de 2009


“PARA QUE” E “COMO”!
Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. (I Co 3:17)

Niezstche disse certa vez que quem encontra um “para que” quase sempre encontra um “como”. Particularmente acredito que muito das formas velhas e caducas, que nossos velhos hábitos e paradigmas somente serão superados quando descobrirmos “para que” Deus nos chamou ao invés de nos preocuparmos sempre com o “como”. Nossa liturgia não deve se prender ao “como”, mas temos que entender o “para que” nos reunimos. Muitos de nós chegamos na igreja num culto de domingo, por exemplo, mais preocupados em “como”. será o culto do que “para que” ou “para quem” estamos realizando o culto. Estamos mais preocupados com a forma do que com o conteúdo.

Creio que se nos preocupássemos mais com o conteúdo de nossos ajuntamentos, descobriríamos coisas maravilhosas que Deus pode realizar no nosso meio. Ao invés de velhas formas litúrgicas, de cultos engessados, teríamos liberdade no Espírito para adorar a Deus com nosso culto racional. Nossos cultos seriam inspirados e inspirativos, nossa liturgia leve e haveria um clima de harmonia e verdadeira santidade no meio do povo de Deus. A Bíblia nos diz que onde está o Espírito de Deus aí há liberdade. Não se adora a Deus com formas, mas com conteúdo, e o conteúdo é a nossa própria vida em expressão de louvor e adoração. A expressão verbal deve ser o externar da nossa alma. Nosso desejo mais profundo, autêntico de ser grato a Deus.

Queridos irmãos, se soubermos “para que” Deus nos chamou, pois assim saberemos “como” cumpriremos nosso chamado. Deus nos chamou “para que” fôssemos adoradores e adoradores em espírito e verdade. E “como” adoramos a Deus é com o nosso culto racional, é depositando nossas vidas no seu altar, é vivendo em obediência à sua Palavra, em harmonia com ela.

Que Deus em Cristo nos ajude a saber “como” por que sabemos “para que”.

Carinhosamente,

Pr. Carlos Jorge Saldanha